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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Feliz Natal 2013!!


Sem dúvida que estamos num período difícil da nossa história.
Onde são exigidos esforços, físicos e psicológicos, para lá do que fomos levados a nos adaptar.
No entanto, há uma coisa que não duvidamos! Será um tempo de grande aprendizagem e desenvolvimento, adaptação e libertação psicológica, onde a motivação e esperança terão um papel fundamental neste processo e na sua adequada conclusão!
Que esta época seja sinónimo disso: de uma libertação e revitalização das energias psicológicas necessárias ao presente e ao futuro!
 


Tiago A. G. Fonseca
Administrador do Psicologia Para Psicólogos

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Aprendizagens e Experiência


Uma das maiores provas da aprendizagem é a reprodução de conhecimentos.
É muito curiosa a forma como conseguimos explicar de forma diferente algo que aprendemos há poucos anos. É um exercício curioso. Melhor do que isso, e mais desafiante, é tentar reproduzir esses conhecimentos pelas palavras que originaram essa aprendizagem e não com as actuais, após sucessivas integrações de informação e construções de significado.
Lembro-me que, há 2 anos, assim que entreguei a Dissertação de Mestrado, ao reler, já havia frases que escreveria de forma diferente. Passado apenas 1 mês, a forma como expliquei certos temas na defesa da mesma já eram diferentes.
As nossas experiências modificam, solidificam e definem as nossas aprendizagens, desde as que começaram na nossa infância, às que resultaram da leitura dos primeiros parágrafos deste mesmo texto. Tudo se vai moldando à medida que o desenvolvimento pessoal prossegue, num caminho de encaixe sucessivo entre as informações que temos disponíveis no meio com as informações que já faziam parte do nosso leque de opções cognitivas, fundadas nas nossas experiências pessoais.

Tiago A. G. Fonseca

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Brincar às Casinhas


            A imagem a baixo representa uma verdade universal.

As crianças vêm, as crianças fazem.

 
            Apesar da universalidade desta premissa, os educadores muitas vezes não o percebem. A responsabilidade de educar é enorme. Educar representa os comportamentos, pensamentos e emoções que são adquiridos, alterados e promotores de mudança em alguém, através do conhecimento adquirido em determinada situação, com determinada motivação e percepção.
No dia-a-dia, na nossa agência pessoal e interpessoal, estamos a educar. E, não sendo constantemente conscientes do que nos rodeia, muitas vezes não percebemos o impacto que a observação directa e/ou indirecta dos nossos comportamentos têm nos outros.
            As aprendizagens passam, mesmo sem aprendizagem directiva. Não é necessário falar-se directamente para uma criança. Ela irá criar a sua interpretação e irá realizar a sua reprodução da aprendizagem.
            Em suma, nem sempre se educa como seria necessário, coerente, desejável e interessante. Muitas das nossas aprendizagens não nos servem adaptativamente, e outras, pelo contrário, terão de ser esquecidas ou resolvidas.

            Educar adaptativamente as crianças para que sejam adultos adaptados. Terá sempre, sempre, de ser este o lema.

Tiago A. G. Fonseca

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Evolução do Conhecimento do Homem


            Apesar do falecimento aos 39 anos de idade, Blaise Pascal, matemático e filósofo francês do séc. XVII, é autor de uma das frases mais icónicas das teorias da aprendizagem humana. Deixo-vos o seu pensamento.

"Ninguém é tão ignorante que não tenha algo a ensinar,
e ninguém é tão sábio que não tenha algo a aprender."

            Ao observar de forma cuidada esta reflexão podemos assumir que ela surge da conclusão de uma grande e importante etapa de vida do seu proclamador. A constatação desta reflexão demonstra um dos grandes princípios da psicologia desde a sua origem, no que diz respeito à aprendizagem. O Homem é um ser em constante mudança e evolução, dependendo esta essencialmente de dois polos de acção: o que aprende, e por isso se aperfeiçoa, cria e evolui; e o que ensina, e por isso transmite, partilha e apreende.
Nunca ninguém estará vazio de conhecimento que não possua algo a transmitir, pelo que nunca ninguém será tão ignorante que não posso ensinar algo a outro.
Nunca ninguém estará cheio de conhecimento que poderá não assimilar algo, pelo que nunca ninguém será tão sapiente a ponto de não poder adquirir conhecimento.
O conhecimento de um é a lacuna ignorante de outro. A aprendizagem é nula quando o ignorante ou o sábio se acham como tal. Aqui, a evolução pára, pois a aquisição de conhecimento ou a sua partilha, não tem lugar.

Tiago A. G. Fonseca