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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

[Coisas da Percepção]: Datas...

            Os dias funcionam como triggers.
            Activadores de esquemas, potenciadores de crenças e as percepções seguem-se.
         Realizam-se associações, recordam-se eventos, comportamentos, pensamentos e sentimentos que apenas são associados a tudo, excepto ao que os fez surgir: o canto do monitor com a data.
         A data, essa, pode nem ser a mesma. O ano é outro, o mês poderá ser diferente. Mas o que faz disparar os sentidos da mente, raramente, é linear. Coerente, sim. Mas nunca linear.
          Tudo é resultado da percepção. Umas mais funcionais que outras, umas mais emotivas do que outras, mas todas com o papel de alterar o nosso presente psicológico.
            Uns dirão que se devem controlar. Outros dirão que devem ser vividas.
        Eu cá digo que controlando-as, disfarçamos o seu efeito; vivendo-as, potenciamos a sua acção. Aceitar e integrar, parece-me o indicado.

            Tiago A. G. Fonseca

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

[Coisas da Percepção]: Como entendo a Percepção



Depois de nos últimos 12 meses ter realizado várias publicações sobre Percepção, crio assim uma rubrica mais dinâmica, não mensal, sobre as Coisas da Percepção.
O que tenho demonstrado ao longo de várias publicações é a variação da percepção, entre indivíduos, em diversos contextos, variante com crenças e motivações.
Entendo a Percepção como a base primária do nosso comportamento. Porquê? A Percepção é a resposta psicológica aos estímulos do meio, que foram a nossa base cognitiva, que originam as emoções que levarão, mais à frente, aos nossos comportamentos. Estes serão assim respostas, baseadas em esquemas e crenças, aprendizagens e experiências anteriores, que serão consequência directa da nossa percepção.
As suas variações, adaptativa ou não, com ou sem desvios, faz do que realizamos a base do que, na essência, somos.

Tiago A. G. Fonseca