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sábado, 4 de janeiro de 2014

Ano novo… Vida nova?


            Este é um entre tantos outros provérbios que costumamos usar no nosso dia-a-dia. Uma coisa é certa: quando queremos fazer algo de novo, de diferente, usamos uma marca temporal. “Às 10h!”, “Começa 2ªFeira”, “pode vir no princípio do mês” ou esta, “Ano novo, vida nova”. Mas não chega marcar a hora, é preciso a motivação para a tarefa.
            Há um ano escrevi sobre as famosas “New Year’s Resolutions”… como correu este ano face a elas? Conseguiram atingir os objectivos a que se propuseram? Concretizaram as mudanças que planearam no início do ano?
            Somos o que fazemos, o que pensámos e muito mais. Mas todas as mudanças e actualizações de pensamento que fazemos, também nos definem. Querer mudar é pensar sobre nós. Planear a mudança e não agir, é ficar a meio nesse pensamento.
            Termino reforçando o que disse o ano passado. As Resoluções de Ano Novo são uma forma motivacional de mudar, de planear o querer. Mas é preciso uma segunda parte, o agir e o motivar-se. Que se encaixem todas!

            Tiago A. G. Fonseca

segunda-feira, 4 de março de 2013

[Psicologia e Política] Instabilidade Política…

… é Instabilidade Social. Instabilidade Política é Instabilidade Social.

A Instabilidade Política – Nacional e Internacional – não é coisa de políticos. A ser coisa, é coisa de todos. Esta instabilidade cria - além das óbvias - mais dificuldades do que se pensa, estendendo-se além das económicas. E as dificuldades psicológicas que lhe seguem são bem pesadas e reais. Ficam apenas alguns tópicos para reflexão.

Percepção de Controlo – Quanto mais nos parece que não controlamos o nosso meio, menos percepção de controlo iremos ter. Esta percepção estagna a motivação de criar, planear e alcançar objectivos.
Auto-estima – Sem percepcionar boas novidades em nosso redor e nas nossas pessoas, o “gostar de nós” é dificultado. Acrescem aqui as dificuldades reais existentes que relacionam a auto-estima com o tópico seguinte: Esperança.
Esperança – Este sentimento é essencial à vida. A baixa auto-estima é a chama que acende a falta de esperança: em nós próprios e no futuro num geral. Esta falta de esperança é promovida pela percepção de insucessos nos objectivos, pessoais e colectivos.

Sim, é um ciclo. Percepção de instabilidade leva à percepção de controlo diminuída que, ao atenuar a motivação para a acção eficiente, promove a baixa-auto estima. Esta leva ao sentimento de esperança reduzido, ou seja, num futuro de reduzidos objectivos.

            É importante ter noção que todos, enquanto cidadãos, somos cuidadores e responsáveis pela instabilidade política (como se de uma pessoa se tratasse), e que todos, e não só os agentes políticos, somos cuidadores e responsáveis pela instabilidade social (como se de uma pessoa se tratasse).

            Na próxima publicação da rubrica, irei escrever sobre o mesmo, mas de uma perspectiva interventiva, onde nós, cada cidadão, pode intervir nestes seus tópicos de forma a regulá-los.

            Tiago A. G. Fonseca

domingo, 30 de dezembro de 2012

Passagem de Ano como Marco de Objectivos


Há sempre razões para se comemorar a passagem de ano.
São as mesmas que nos fazem festejar marcos de vida, como aniversários, graduações e/ou promoções. São objectivos que vão sendo alcançados, por nós ou pelos que nos rodeiam, e que, de alguma forma, não queremos deixar esquecer ou passar sem algum tipo de brilho.
A Passagem de Ano é, assim, o concretizar de um objectivo mais geral da sociedade: o festejar do ano que começa, celebrando o fim do actual.

Diria, do ponto de vista psicológico, que é uma altura com um forte cariz de introspecção. É a altura certa para o ponto de situação pessoal e para realizarmos a nossa avaliação do que foi, do que é e do que deve ser.
Assim, a razão fundamental para esse festejar este marco é a renovação da nossa atitude perante a vida. A renovação do queremos para nós, para os que nos rodeiam. O que queremos de diferente, o que queremos melhor, o que não queremos e o que queremos mais.
É perceber o que precisamos e o que temos e, principalmente, é perceber o que temos de fazer para alcançar o que queremos e como o fazer. Mas só percebendo bem o que temos é que vamos perceber o que precisamos. Esse tem sido o grande desafio de 2012: perceber bem o que se tem para não se precisar de mais, ou, nesse sentido, não se precisar mais do que se precisa efectivamente.

Em suma, devemos tentar fazer desta passagem, de um ano para o outro, uma forma de determinação em realizar objectivos pessoais, bem como construir objectivos importantes que se mostrem necessários ao nosso bem-estar. Este é o equilíbrio da realização pessoal, onde conseguimos pensar no que temos pelos objectivos pessoais já conquistados e, por outro lado, conseguimos delinear objectivos futuros para o que nos falta.

Que 2013 seja um ano de objectivos pessoais alcançados para todos!

Tiago A. G. Fonseca